Edificações que contam com movimentação de pessoas precisam de saídas de emergência funcionais para que todos possam sair do local em segurança se houver um princípio de incêndio. Além disso, elas podem servir como acesso para que o Corpo de Bombeiros combata as chamas ou resgate pessoas que não tenham conseguido sair do local. Mas você sabe como devem ser as saídas de emergência? Acompanhe.
Rotas de fuga: o que são?
Projetar rotas de fuga não é obrigatório em todas as edificações, mas elas podem garantir a segurança de clientes, moradores, funcionários, prestadores de serviço e outros ocupantes de shoppings, indústrias, condomínios e quaisquer prédios que tenham circulação diária. De maneira geral, as rotas de fuga contam com acessos, escadas, rampas, corredores e portas que levam a uma área externa e segura, livre do fogo.
Como levam em conta as características da construção, as rotas de fuga podem ser diferentes de acordo com a área construída, os riscos de incêndio que o local oferece, a quantidade de pavimentos e a lotação máxima, por exemplo. Definidas por rígidas normas técnicas e leis, as rotas de fuga fazem parte do projeto de incêndio e devem ser previstas e instaladas ainda durante a construção do prédio.
Vale ressaltar que a sinalização é essencial para que as rotas de fuga sejam funcionais, por isso, deve ser clara, objetiva e facilmente vista de qualquer ponto da edificação. Resumidamente, a rota de fuga serve para proteger vidas durante uma emergência.
Como devem ser as saídas de emergência?

As saídas devem respeitas normas técnicas e leis vigentes. Foto: Matthias Zomer/Pexels
As normas técnicas e leis definem como devem ser as saídas de emergência e é essencial que os responsáveis pela segurança da edificação sigam todas as instruções das autoridades e do Corpo de Bombeiros para que as rotas de fuga sejam realmente funcionais. Essa medida salva vidas e, por isso, não deve ser negligenciada.
Algumas características são indispensáveis:
– As saídas de emergência devem ser acessíveis para que pessoas com deficiência ou dificuldade de locomoção, crianças, gestantes e idosos tenham facilidade para sair do prédio em segurança;
– A sinalização deve ser clara, objetiva e facilmente vistas de qualquer ponto da edificação;
– Extintores e hidrantes devem ficar disponíveis ao longo da rota para que, caso seja necessário, sejam utilizados durante a evacuação;
– Realizar a manutenção preventiva dos equipamentos, dispositivos, acessos, luzes e placas é indispensável para que tudo esteja em pleno estado de funcionamento caso ocorra um princípio de incêndio;
– O dimensionamento das saídas de emergência deve levar em conta a lotação máxima da edificação. A norma IT-11 aborda como devem ser as saídas de emergência em relação à dimensão, levando em conta as características do prédio de acordo com o grupo em que ele está inserido;
– O projeto das rotas de fuga deve ser feito por profissionais qualificados e experientes, a fim de que sejam seguidas as exigências das autoridades, garantindo assim a segurança de quem circula pelo local.
O Corpo de Bombeiros é a instituição responsável por fiscalizar a aplicação das normas e leis vigentes. A licença do bombeiro só é liberada após a verificação do projeto, da execução e do funcionamento adequado dos itens que compõem as saídas de emergência. Para saber mais sobre como planejar rotas de fuga funcionais e como devem ser as saídas de emergência, entre em contato com a WHL Engenharia clicando aqui.
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