Nos shopping centers, a complexidade da construção exige um projeto de segurança contra incêndio inteligente, composto estrategicamente de medidas ativas e passivas. Isso porque esse tipo de edificação costuma ter grandes dimensões – em área e altura –, múltiplos pavimentos, constante circulação de pessoas e forte presença de material inflamável, que ao entrarem em contato com o fogo produzem gases tóxicos. Além disso, os centros comerciais são espaços que facilitam o alastramento das chamas, da fumaça e desses gases por serem como caixas compostas por áreas interligadas e abertas. Nesse sentido, medidas ativas de combate a incêndio são essenciais para garantir a segurança de todos no caso de uma emergência.
É claro que, antes de pensar em combater o fogo, é importante tentar evitar que ele comece. Os shopping centers são considerados locais de risco elevado e, portanto, a prevenção é a melhor maneira de evitar grandes tragédias. As estatísticas apontam que a maior parte dos incêndios nesses ambientes ocorre por problemas elétricos, como instalações mal feitas e sobrecarga. Por isso, um bom projeto de segurança e a manutenção preventiva dos equipamentos são indispensáveis para prevenir o início das chamas. No entanto, incêndios podem acontecer e, nessa hora, entram em ação as medidas ativas, que têm o objetivo de combater a propagação do incêndio.
A importância das medidas ativas para combater as chamas nos shopping centers

Saídas de emergência devem ser bem sinalizadas. Foto: Pixabay
Assim como acontece com as medidas passivas, as medidas ativas de combate a incêndio fazem parte do projeto de segurança. No caso dos shopping centers, que são espaços de grandes proporções e com constante circulação de pessoas, a eficiência é essencial para garantir, principalmente, a preservação da vida de funcionários e clientes. Por isso, antes de qualquer coisa, os centros comerciais devem contar com pessoal treinado para agir no caso de uma emergência: uma brigada profissional composta por bombeiros civis é indispensável, além de obrigatória. A equipe é responsável por orientar as pessoas a abandonarem a edificação, evitar o pânico e também manusear equipamentos com segurança até a chegada do Corpo de Bombeiros.
Quando um incêndio tem início num shopping center, uma das principais preocupações deve ser no sentido de evitar que as chamas, a fumaça e outros gases tóxicos se espalhem pelo ambiente, que tem uma arquitetura favorável para que isso aconteça. Isso porque os shoppings costumam ter áreas abertas e pavimentos interligados por escadas e elevadores. É por isso que alarmes, extintores portáteis, sprinklers, hidrantes, mangueiras e o sistema de extração – manual ou automática – de fumaça devem estar estrategicamente distribuídos pelo espaço e funcionar corretamente. É importante ressaltar que a brigada de incêndio também tem a missão de inspecionar os equipamentos e dispositivos e providenciar o conserto, caso seja necessário.
A evacuação é imprescindível e, por isso, as rotas de fuga devem ser de fácil acesso e contar com luzes de emergência a fim de que sejam visíveis de diversos pontos da edificação. Vale lembrar que a população dos shopping centers costuma ser flutuante e diversificada, por isso a importância de ter saídas de emergência acessíveis e bem sinalizadas.
Como definir as medidas de combate a incêndio nos shoppings?

Medidas ativas protegem a vida de funcionários e clientes. Foto: Pixabay
As medidas ativas de combate a incêndio são extremamente importantes para evitar que os danos causados pelo fogo não sejam muito graves. Além do patrimônio e da estrutura predial, vidas precisam ser protegidas. Essas medidas fazem parte do projeto de segurança e, por isso, devem ser definidas por profissionais qualificados e experientes, já adaptados às leis e às exigências do Corpo de Bombeiros. Contratar uma empresa especializada vai garantir que as medidas de combate às chamas estejam dentro das normas e que sejam eficientes. Fale com a WHL Engenharia e saiba mais.








