Pesquisas apontam que ambientes de trabalho seguros resultam em maior produtividade por parte da equipe de colaboradores. A partir disso, é possível afirmar que a prevenção de incêndio na indústria é uma das medidas de segurança que devem ser levadas a sério no ambiente industrial, já que esse tipo de local conta com uma série de fatores que podem desencadear uma ocorrência grave.
Infelizmente, nenhuma empresa está livre de passar por um emergência com fogo e, por isso, é preciso garantir que a edificação e as pessoas que circulam por ela, como colaboradores, clientes e prestadores de serviço, por exemplo, estejam sempre protegidos. Isso significa que, para oferecer um ambiente de trabalho adequado, o primeiro passo é providenciar um projeto de prevenção e combate a incêndio (PPCI) junto a uma empresa especializada.
Principais causas de incêndio no ambiente industrial
Nas indústrias, a ocorrência de um princípio de incêndio é um risco constante, já que esse tipo de ambiente reúne uma série de fatores que podem desencadear o fogo. A prevenção de incêndio na indústria, especialmente nas de grande porte, pode ser um desafio, visto que além dos fatores causadores, a maior parte das emergências desse tipo se dão por falha humana.
Confira as principais causas:
– Sobrecarga ou superaquecimento das instalações elétricas;
– Produção de faísca sem adoção de cuidados e equipamentos de segurança;
– Acúmulo de resíduos;
– Reações químicas sem controle;
– Inadequação no uso de líquidos e gases inflamáveis;
– Superaquecimento de equipamentos por falta de manutenção ou mal uso.
Prevenção de incêndio na indústria: como deve ser

A produção de faísca deve ser controlada. Foto: Pixabay
Sabendo dos fatores que podem provocar o início das chamas nesse tipo de local, é possível entender como fazer a prevenção de incêndio na indústria deve funcionar. Listamos algumas dicas para proteger a edificação, o patrimônio da empresa e os colaboradores:
– Ambientes de trabalho devem estar livres de resíduos, já que eles colaboram na propagação das chamas;
– Equipamentos de proteção individual (EPIs) e suas condições de uso precisam ser verificados com frequência;
– A produção de faísca deve ser controlada, feita em um espaço seguro mediante a utilização de EPIs;
– A manutenção na rede elétrica é indispensável e deve ser feita de tempos em tempos;
– É essencial orientar os colaboradores quanto ao descarte correto de pontas de cigarro e palitos de fósforo, além de fornecer um local adequado e seguro para o fumo;
– Câmeras de segurança podem ajudar a identificar possíveis problemas e/ou tentativas de ação proposital;
– É indispensável promover a conscientização de funcionários, clientes e prestadores de serviço, independentemente se a empresa tem uma brigada de incêndio disponível;
– Protocolos de emergência deve ser informados de forma clara para quem circula pelo ambiente;
– É preciso seguir as orientações dos fabricantes quanto ao uso e armazenamento de gases e líquidos inflamáveis;
– Saídas de emergência não podem ser obstruídas e a sinalização deve facilmente vista de qualquer lugar;
– Importante desligar equipamentos elétricos no fim do dia;
– Garanta um projeto de segurança eficiente, equipamentos certificados e o alvará de funcionamento, emitido pelos bombeiros.
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