Com o passar do tempo, as normas e leis que versam sobre segurança contra incêndio mudaram significativamente. Por isso, considerando que muitas cidades ainda abrigam edifícios históricos, é preciso dar a devida atenção às medidas de proteção contra incêndio em prédios antigos. Isso porque esses imóveis foram construídos sob outras determinações e, portanto, as medidas de segurança devem ser atualizadas para garantir a proteção da edificação e principalmente das pessoas que circulam por elas.
Nessas construções, normalmente, há limitações estruturais, ausência de sistemas de prevenção e combate e rotas de fuga adequadas, além da falta de manutenção na rede elétrica, o que representa um alto risco de ocorrências como curtos, por exemplo. Principalmente nos grandes centros, esse tipo de edificação ainda é bastante presente e, em muitos casos, os imóveis são transformados em museus, teatros, casas de shows. Mas também há locais que são destinados à moradia.
Independentemente de qual seja o uso atual, muitos prédios foram construídos sob outras diretrizes. Para se ter uma ideia, as primeiras normas de segurança contra incêndio surgiram em 1975, após dois incêndios icônicos para a História do Brasil: eles ocorreram nos edifícios Joelma e Andraus, em São Paulo.
Proteção contra incêndio em prédios antigos: o que fazer para garantir a segurança contra as chamas em edificações histórias?
A proteção contra incêndio em prédios antigos é essencial para a preservação do patrimônio histórico e cultural do país. Infelizmente, desastres ainda acontecem. Como exemplo, vale citar o Museu Nacional, localizado no Rio de Janeiro, que foi devastado pela ação do fogo, comprometendo praticamente todo o acervo. O prédio, construído em 1818, só foi reinaugurado em 2022, depois de passar por uma grande reforma.
Para evitar que esse tipo de incidente ocorra, é essencial implementar novas medidas de proteção contra incêndio em prédios antigos, considerando inclusive a necessidade de fazer reformas para adaptação da estrutura. Mas, o que fazer?
Veja, a seguir, quais são as etapas necessárias para adequar a edificação:
– Análise de risco de incêndio e elaboração de um projeto de prevenção e combate a incêndio a partir das características do prédio. Nessa etapa, um profissional especializado avalia todos os espaços para identificar os principais riscos aos quais a edificação está exposta e, posteriormente, elabora um plano que aborde todas as medidas necessárias para proteger a estrutura e os ocupantes.
– Instalação e manutenção do sistema de prevenção e combate a incêndios. Aqui, é importante destacar que a instalação deve ser feita exatamente conforme as orientações do profissional responsável pelo projeto e que os equipamentos utilizados precisam ser de qualidade e certificados pelos órgãos de controle de qualidade. Além disso, é indispensável manter os equipamentos e sistemas em boas condições de funcionamento, afinal, é impossível prever quando um incêndio vai começar. Para isso, a manutenção preventiva é feita periodicamente.
Importante: em muitos casos, as edificações precisam passar por restaurações e reformas antes da aplicação das medidas de proteção contra incêndio em prédios antigos. Por isso, é indispensável conversar com um especialista antes de realizar qualquer obra de modificação. Com o sistema devidamente instalado e outras medidas adotadas, a aprovação do Corpo de Bombeiros garante que o local está em conformidade com as normas e que, por isso, é seguro.
Entre em contato com a WHL Engenharia e solicite uma consultoria on-line ou visita técnica. Clique aqui para falar com a empresa.








