Todo mundo já viu equipamentos de combate a incêndio em alguma edificação, seja em shoppings, hotéis, condomínios, indústrias ou comércios. Isso porque, no Brasil, a lei determina que qualquer local com grande ocupação de pessoas precisa de um planejamento de segurança que garanta a proteção contra o fogo. Você sabe quais são os equipamentos de combate a incêndio mais comuns nos imóveis brasileiros e qual é a função de cada um deles?
Principais equipamentos de combate a incêndio: quais são?
No geral, os projetos de combate às chamas de edificações como shoppings centers, indústrias, condomínios, comércios, escolas, igrejas e cinemas, contam com itens comuns a todos, por isso podemos considerar que os equipamentos de combate a incêndio mais comuns são:
Extintor de incêndio – Todos nós já vimos um extintor e por isso ele ocupa o primeiro lugar da lista, sendo um dos principais equipamentos de combate a incêndio. Basicamente é um cilindro que armazena um produto que apaga o fogo. O tipo varia de acordo com a atividade exercida no local, mas praticamente qualquer ocupante de uma edificação é capaz de operar um extintor de incêndio.
Hidrante – Também é muito popular, especialmente em edificações que contam com grande movimentação de pessoas. Existem diversos tipos e a instalação deve ser feita de acordo com as características da edificação. A diferença é que o hidrante não pode ser usado por qualquer pessoa na edificação, apenas por brigadistas e bombeiros, já que a pressão da água pode causar graves acidentes.
Sinalização de emergência e alarme – As placas de sinalização e o alarme também entram nos principais equipamentos de combate a incêndio, embora não sejam efetivamente destinados apenas para isso. O que acontece é que a sinalização tem a função de guiar os evacuantes sentido a saída do prédio e locais que há extintores ou hidrantes. Já o alarme é focado em comunicar a ocorrência de incêndio para todos os ocupantes da construção.
Prevenção e combate às chamas: legislação
Ao longo dos anos, a legislação brasileira relacionada à segurança contra incêndio evoluiu bastante, tudo isso devido à ocorrência de tragédias, como a da Boate Kiss em 2013, que vitimou 242 pessoas. Infelizmente, o Brasil conta com um grande histórico de incêndios, e por isso, uma hora foi necessária uma evolução das normas técnicas e leis para evitar novas tragédias vindas de incêndios, causando mortes no Brasil. A “lei Kiss” foi promulgada em 2017 e é considerada um marco na evolução da legislação de segurança contra incêndios no país.
Há um modelo nacional de normas, instituído pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), mas o fato é que cada estado tem sua própria legislação que determina, entre outras coisas, os equipamentos de combate a incêndios que devem ser instalados nas edificações. O problema, na verdade, é que há falta de fiscalização e, costumeiramente, prorrogação de prazos para cumprimento das regras. Por isso, ainda é bastante comum que incêndios ocorram em locais que não estão em dia com as exigências das autoridades.
Entre em contato com a WHL Engenharia para solicitar a elaboração de um projeto de prevenção e combate a incêndio por profissionais qualificados. A empresa também presta assessoria completa para emissão do AVCB e outros serviços. Saiba mais clicando aqui.








